"Mãe, preciso de um abraço", implora silenciosamente a menina no canto do quarto, mas ela não tem uma resposta, porque pediu silenciosamente e sua pobre mãe não entende as palavras caladas. E nada pode ser mudado, nada pode ser transformado, e a dor aumenta, porque há uma ausência muito forte naquele lugar. Não existe auto-piedade, ela não pede para terem pena dela, ela só quer ficar só e encolhida em seu momento de dor profunda incompreendida por todos.
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