Em um guardanapo de confeitaria tracei minha vida. Escrevi um poema para Morfeu, escolhi quais rosas queria em meu casamento e decidi o nome do meu primeiro filho. Rabisquei as letras que não gostei. Respirei fundo. Desenhei a casa no campo mais bonita, a resposta mais desejada e o futuro mais promissor qualquer um aprovaria. Mas era só um guardanapo salgado e tudo não passava de segundos rabiscados...
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